segunda-feira, 21 de abril de 2008

Capítulo I – Do título.

Um dia desses, indo do Janga para a cidade, encontrei num ônibus minha amiga Joyce aqui do bairro, que eu conheço há muito tempo. Cumprimentou-me, sentei-me ao seu lado, falamos da escola, dos nossos amigos, e acabamos cantando. A viagem era longa, e as musicas eram inteiramente perfeitas. Sucedeu, porém, que, como eu estava “pra baixo”, ela me perguntou a causa da minha aflição, acabou que até eu mesmo não sabia o certo o que verdadeiramente eu estava sentindo, nem sabia das minhas ações diante dos meus problemas, acabou que Joyce comentou:

-- Ai Anderson, você complica muito.

-- Mas Jó – assim que costumo chamá-la – o que posso fazer?

-- Acho que você deveria deixar esse orgulho de lado.

Assim permanecemos calados por um instante, até que eu tive uma idéia repentina:

--Jó, to pensando em fazer um blog.

--Que bom Daddy – assim que ela costuma me chamar.

-- Né, mas queria por como título um adjetivo que me definisse...

-- Complexo!

Podes consultar o dicionário. Complexo, um adjetivo que se encaixa a minha pessoa, complicado, intrincado; emaranhado; difícil de solucionar. Assim que Complexo veio por ironia, para atribuir minhas ações não-pensadas. Tudo por ser simplesmente confuso! Também não achei melhor título para a meu blog - se não tiver outro daqui até ao fim, vai este mesmo. Sendo assim, praticamente minha amiga deu nome ao meu blog. Espero que ela venha sempre aqui ler alguns textos. E com pequeno esforço, sendo o título seu, poderá cuidar que o blog lhe pertence.